25 de jul de 2015

Resenha: Divergente

                                  



Titulo: Divergente
Autora: Veronica Roth
Nº de páginas: 504
Editora: Rocco
Classificação: 5/5
“Divergente - Numa Chicago futurista, a sociedade se divide em cinco facções Abnegação, Amizade, Audácia, Franqueza e Erudição e não pertencer a nenhuma facção é como ser invisível. Beatrice cresceu na Abnegação, mas o teste de aptidão por que passam todos os jovens aos 16 anos, numa grande cerimônia de iniciação que determina a que grupo querem se unir para passar o resto de suas vidas, revela que ela é, na verdade, uma divergente, não respondendo às simulações conforme o previsto.

A jovem deve então decidir entre ficar com sua família ou ser quem ela realmente é.E acaba fazendo uma escolha que surpreende a todos, inclusive a ela mesma, e que terá desdobramentos sobre sua vida, seu coração e até mesmo sobre a sociedade supostamente ideal em que vive.”

Em sua nova facção Beatrice muda seu nome para Tris, e precisa se adaptar e decobrir se realmente faz parte dessa facção. E ela precisa aprender a conviver com o perigo constante que é ser divergente, ela precisa manter isso em segredo. O livro é uma distopia, e a cidade é dividida por facções: A Abnegação preza a solidariedade, e recusa confortos e prazeres desnecessários; A Franqueza busca a verdade; Já a Erudição o conhecimento; A Amizade cuida da produção dos alimentos, todos são companheiros e buscam a paz; E na Audácia encontramos a coragem.

Confesso que não esperava tanto do livro, que a leitura fosse se arrastar de uma forma cansativa, já que eu já havia assistido ao filme, mas fui conduzida por essa distopia de uma forma encantadora. Cheio de testes, ações, descobertas, surpresas, mentiras e romance, eu realmente me encantei pelo livro e seus personagens, principalmente Quatro, que ao longo do livro vamos conhecendo-o mais e quebrando sua mascara de rude. Já Tris, no decorrer do livro encontra medo e força.

O livro foca nas escolhas, suas consequências: “Uma escolha pode te transformar”. Enfim, leiam, e se apaixonam por essa distopia assim como eu, que ansiei pela próxima leitura: Insurgente.

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